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**ESPAÇO ZEN**
 

Homossexuais sabem amar?

Outro dia fiquei chocado quando encontrei num armário de casa um velho envelope chamado “Cemitério de amores”. Continha fotos, declarações e cartas de meus amores que não deram certo. Pois é, eu estava com o armário cheio de cadáveres. Não tive dúvidas: joguei tudo no lixo. Como eu, muita gente tende a cultivar fantasmas dos “grandes” amores. Por mais significativos que tenham sido, esses amores não podem sobrecarregar com lembranças que fazem a balança pesar para o passado. Sim, é muito bom ter amado, e aqueles momentos de amor são verdadeiros, não importa seu desenlace. Mas amar é um processo incessante. Não adianta querer congelar um período ou até mesmo uma pessoa, como se ela fosse referência imutável. Agimos assim porque vivemos acossados pela idéia do amor. De modo quase obsessivo, passamos a vida sonhando com aquilo que os americanos chamam de Mr. Right: o “homem perfeito”, que resolverá todos os nossos problemas. Quando fazemos do amor uma tábua de salvação, mobilizamos fantasias, pensando redimir fracassos.

Mas uma coisa é reverenciar o amor, com a grandeza que ele merece. Outra é tornar o amor uma panacéia, a partir de uma utopia impossível de se realizar. Pior: fazer do amor uma maneira de descarregar minhas responsabilidades afetivas sobre os ombros de alguém por quem “me apaixono”. O amor torna-se então uma droga que gera dependência. Por que procuro tão insistentemente “o homem da minha vida”? Porque preciso dele. Mas qual a natureza dessa necessidade? É algo como precisar do oxigênio para respirar. O homem da minha vida transforma-se na própria razão de viver. Romanticamente, isso pode ser muito bonito. Na prática, é desastroso, pois crio uma necessidade doentia desse amor.

Quando nos apaixonamos por outro homem, o motivo tenderá a ser: porque seu físico me atrai. Só secundariamente vamos nos interessar pela inteligência, sensibilidade e qualidades de caráter. Essas características demandam um conhecimento mais profundo e têm menos visibilidade do que a atração imediata por determinado padrão de beleza, que nos foi vendido por Hollywood e pela Globo. Eu sempre me assusto com o poder exercido por um homem atraente. Mas se ele for um gostosão convencional, meio mundo estará sentindo a mesma atração que eu. Por isso, os belos tornam-se mimados pela sociedade, e podem ser cruéis, dando e tirando as cartas a seu bel-prazer. Dizer que todos os belos praticam necessariamente a crueldade seria uma conclusão insana. Mas o mundo está cheio de pessoas que conquistam fama imediata só por causa da sua beleza que se torna, então, uma qualidade primordial.

Por um processo de quotidiana lavagem cerebral, nós, pobres mortais, estamos perigosamente expostos à ditadura da beleza padronizada, que nos aprisiona numa rede de vampirização. Então nos permitimos ser objetos. Com isso nos submetemos à irracionalidade do desejo, que pode se tornar perverso, quando entra em cena o poder da beleza. Pois é assim que acontece, sobretudo nas relações dentro do antropofágico mundinho guei: a beleza é, sem dúvida o mais eficiente instrumento de sedução e manipulação.

Digo e repito que acho mais complicado amar entre homossexuais. A dimensão dessa dificuldade aumentará quanto menor for a auto-estima dos envolvidos. E nós vivemos doentes de carência afetiva. Na convivência com outros homossexuais, percebo sempre mais que, entre nós, a falta de amor-próprio é uma tragédia, às vezes camuflada. Outro dia, um amigo muito inteligente confessou-se assustado ao descobrir que, já beirando os 50 anos, ainda tinha problema em aceitar sua homossexualidade. Não é impunemente que somos escorraçados desde pequenos/as, por amarmos de maneira divergente.

Certa vez tive um namorado, profissional bem instalado no interior, que se comportava
como capacho da cidade inteira. Entre outras coisas, vivia sendo vítima de cheques sem fundo. Homossexual conflituado, punia-se a si mesmo, exercendo o papel de otário. Mesmo que a gente não perceba, nossa vida psíquica está minada pela auto-estima periclitante, o que dificulta as relações amorosas.

É muito comum um homem ser desprezado quando demonstra paixão por outro. Ou desprezar quem o ama. Movido pela perversidade, o sujeito desejado gera a rejeição do sujeito desejante: se alguém me ama só pode estar abaixo de mim, por amar um ser tão desinteressante quanto eu. E se a gente demonstra intenção de compromisso, logo de cara, corre o risco de ser execrado pelo pretendente. Quem não ama a si mesmo não pode aceitar compromisso de amar o outro. Mais: como parte do jogo de sedução, é preciso mostrar-se difícil. Portanto, nem pensar em aceitar compromisso.

Aí volto à atração física, como motor do exercício de poder e pretexto para a vampirização. O melhor exemplo desse poder vampírico é a obsessão em ser o macho perfeito. Caras sarados, que freqüentam fanaticamente a academia, esculpem seu corpo para provocar desejo. Ancorados no padrão mais corrente de beleza, eles sabem que funcionarão como ímãs, por onde passarem. É sua maneira de manipular e exercer o poder. Mas tal atitude esconde uma severa carência de amor próprio: homossexuais sarados podem não passar de
homens inseguros, nunca satisfeitos com o que são. Buscam uma “perfeição” física cada vez maior. Para tanto, “travestem-se” de machos até o último grau, a partir de estereótipos. Especialistas já falam de uma doença psíquica ligada à mania de freqüentar academias para “aperfeiçoar” o corpo.



 Escrito por maxiboy às 18h58 [] [envie esta mensagem]



MAIS UMA VITÓRIA NOSSA

Governo anuncia programa brasileiro de promoção da Cidadania Homossexual  ( 02/04/2004 )

Será lançado no próximo dia 16 de abril o programa brasileiro de promoção da Cidadania Homossexual , segundo anúncio do Secretário dos Direitos Humanos Nilmário Miranda.

Elaborado por uma comissão do Conselho Nacional de Combate a Discriminação (CNCD), o programa brasileiro visa desenvolver políticas públicas para gays, lésbicas e transgêneros no campo de combate à violência e à discriminação.

"Trata-se de um plano de reconhecimento da orientação sexual como um direito humano", declarou Miranda. Segundo o Secretário, entre as medidas que serão anunciadas, estão inclusos o treinamento de policiais para lidar com pessoas de orientações sexuais diversas, a promoção de debates sobre o tema “discriminação e preconceito” em escolas da rede pública e políticas de saúde dirigidas.


 Escrito por maxiboy às 13h32 [] [envie esta mensagem]



MORCEGO DA NOITE



 Escrito por maxiboy às 17h23 [] [envie esta mensagem]



SEM COMENTÁRIOS



 Escrito por maxiboy às 17h19 [] [envie esta mensagem]




"CPM 22 | Não Sei Viver Sem Ter Você"
Não há mais desculpas
Você vai ter que me entender
Quando olhar pra trás
Procurando e não me ver
Chegou a hora de recomeçar
Ter cada coisa em seu lugar
Tentar viver sem recordar jamais
E se a saudade me deixar falhar
Deixar o tempo tentar te apagar
Te ligar de madrugada sem saber o que dizer
Esperando ouvir sua voz e você nem me atender
Nem ao menos pra dizer

Que não vai voltar
Não vai tentar me entender
Que eu não fui nada pra você
Que eu deveria te deixar em paz
Eu já não sei mais
Não sei viver sem ter você
Hoje eu queria te esquecer
Mas quanto mais eu tento mais eu lembro

Não sei viver sem ter você
É difícil de aceitar, recomeçar do zero
Levantar e caminhar
Perceber que quem se ama
já não se importa com você
E acordar sozinho ouvindo o som da sua TV
Chegou a hora de recomeçar
Acreditar que pode ser melhor assim
Tentar crescer, fingir feliz
Te deixar para depois, a cada dia que eu morrer
Espero que você morra DOIS
Se eu ligar de madrugada sem saber o que dizer
Esperando ouvir sua voz e você nem me atender
Nem ao menos pra dizer

Preciso reaprender a viver pra esquecer
Pra te esquecer



 Escrito por maxiboy às 17h15 [] [envie esta mensagem]



PESSOAS VOU CONFESSAR PARA VCS, SE EU FOSSE MULHER EU SERIA COMO A BRITNEY SPEARS TUDO Q EU QUERIA SER ACHO Q POR ISSO DEUS ME FEZ HOMEM RSRSRSRSRS



 Escrito por maxiboy às 17h14 [] [envie esta mensagem]



estou com saudade do meu amor!!!



 Escrito por maxiboy às 17h11 [] [envie esta mensagem]



Enrique Iglesias revela que tem pênis pequeno  (24/3/2004)

Por essa ninguém esperava. Em entrevista ao tablóide inglês “The Sun”, o cantor e sexy simbol Enrique Iglesias revelou ser pouco dotado.

O filho de Julio Iglesias falou sobre a questão “tamanho” ao ser questionado se iria ou não aparecer nu na capa de seu no álbum. “Talvez eu não tenha o maior pênis do mundo. Se você tem, poderia vender discos posando nu na capa. Mas eu não, devo ter o menor pênis do mundo”,

Outros artistas famosos já tiveram a questão do dote em pauta, mas, geralmente, os comentários são sobre serem “tamanho grande”. Exemplos recentes são os atores Ewan McGregor e George Clooney


 Escrito por maxiboy às 16h42 [] [envie esta mensagem]



Homem-bambu deixa Pânico na TV por posar nu!
   
 
O programa “Pânico na TV” exibido no domingo, dia 07, pela Rede TV!, foi fundamentalmente calcado na “polêmica” enquete: “O Homem-bambu deve ou não ser demitido?”

A justificativa? Ter posado nu na G MAGAZINE desse mês, que está nas bancas.

Durante todo o programa, que registrou, segundo fontes da emissora, picos recordes de audiência, foi solicitado aos telespectadores que se manifestassem por telefone, Mas o resultado foi um tanto desastroso: 60% dos telespectadores disseram “sim” que ele fosse demitido, contra 40% a favor que ele permanecesse.

Ao término do programa, então, convidam a “Marlene Mattos” (uma anã “sósia” da ex-empresária de Xuxa, que faz parte da equipe do humorístico) para entregar a carta de demissão ao Homem-Bambu, o Marcelo Jakybales, que sai de cena contrariado.

Estaria de fato Marcelo demitido por posar nu na G ou tudo não teria passado de uma brincadeira?

Consultamos Marcelo nessa segunda-feira, e ele disse que, por enquanto, está fora mesmo do programa! Será? Você acha isso justo?

Quem puder (e quiser) protestar junto à emissora, pode mandar e-mail através da página do Pânico na TV!


 Escrito por maxiboy às 16h40 [] [envie esta mensagem]



VEJAM ESTA MATÉRIA...

Clodovil e a homofobia internalizada

Na sua coluna no caderno “Ilustrada” da Folha de S. Paulo do último dia 21 de março, Bia Abramo fez uma interessante análise sobre a polêmica envolvendo o apresentador de tevê Clodovil e a prefeita de São Paulo Marta Suplicy.

Comentando as raízes da fúria demonstrada pelo apresentador contra a prefeita, a jornalista lembra que esse antagonismo vem de muitos anos, do tempo em que ambos participavam do programa “TV Mulher” na Rede Globo.

E brilhantemente aponta: “Confortável no papel reservado pelo machismo mais tacanho aos homossexuais, ele cumpre à risca aquilo que se espera de uma”bicha”: sua persona televisiva é fofoqueira, venenosa, temperamental, fútil, vaidosa, misógina, etc. A condenação que faz da união civil homossexual, projeto de lei de autoria de Marta, quando deputada federal, vai no mesmo sentido que o pensamento mais retrógrado e menos tolerante”.

 
Foto Divulgação / RedeTV!
 

Não assisti ao programa, não sei exatamente o que ele falou, mas concordo plenamente com a descrição que Bia Abramo faz de sua persona televisiva.

Num país onde praticamente não há modelos gay públicos e positivos, Clodovil, lançando mão de uma pretensa ambigüidade, reforça o que há de pior nos estereótipos associados aos homossexuais.

Com um discurso moralista e preconceituoso, representa o exemplo óbvio do homossexual que, internalizando toda a homofobia social, desenvolve aquilo que chamamos em psicologia de mecanismo psíquico de assimilação do grupo opressor. Ou seja, como forma de defesa, homossexuais, quase sempre de forma inconsciente, assumem os conceitos negativos a que foram expostos desde a infância e passam a desqualificar seus iguais.

Como resultado desse processo de alienação de si mesmos, costumam seguir pela vida com baixa auto-estima, apresentando vários sintomas psicológicos e emocionais. A imensa raiva alimentada pelo o sofrimento vivido tende a ser autodirigida e o resultado é, quase sempre, um coquetel “implosivo” de sentimentos de medo, vergonha e culpa.

Modelos públicos positivos servem como antídoto para essa situação e ajudam a criar um ambiente mais seguro e acolhedor para tantos jovens (e adultos) que enfrentam diariamente as lutas externas e internas na busca por uma sobrevivência digna.

É uma pena que ainda não tenhamos no Brasil alguém com a visibilidade e o espaço na mídia desfrutado por Clodovil e que possa contrabalançar os efeitos deletérios causados pelo apresentador.

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Klecius Borges é Terapeuta Afirmativo
CRP-06/06283-0
terapiafirmativa@uol.com.br


 Escrito por maxiboy às 16h38 [] [envie esta mensagem]



Seja todos bem vindo ao meu blog quero fazer deste naum só meu espaço mas tambem de todos que quizerem trocar ideias vou escrever e trazer muitas informações e fotos sensuais para vcs um grande abraço a todos...



 Escrito por maxiboy às 16h37 [] [envie esta mensagem]